CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE BENS CULTURAIS

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04 novembro 2011

Trabalho de iconografia sobre "As meninas" de Diego Velazquez



31 outubro 2011

As Meninas - De Velasquez a Picasso



Diego Rodríguez de Silva y Velázquez
Nascido em Sevilha, a 6 de Junho de 1599 —faleceu em Madrid , 6 de Agosto de 1660. Foi um pintor espanhol e principal artista da corte do Rei Filipe IV de Espanha.
Filho de um advogado de nobre ascendência portuguesa, Velázquez levou o prenome do avô paterno que, em 1581, deixou Portugal (era originário do Porto) para se instalar com sua esposa em Sevilha. A mãe era de origem sevilhana. Foi um artista tecnicamente fantástico, e na opinião de muitos críticos de arte, insuperável pintor de retratos.
Velázquez não queria ser reconhecido, só como pintor, tinha também objectivos de ascensão social, queria estar envolvido com a corte real. Foi então que o sogro, conseguiu através de um amigo, o então conde-duque de Olivares, com que pudesse executar um retrato do rei Filipe IV.
O seu ingresso na corte foi o primeiro passo para cumprir seus objectivos dentro da pintura e de sua vida social. Tinha um recurso único que era a permissão de poder visitar sempre que quisesse o acervo real de obras-primas.
As meninas, obra-prima de Velasquez está hoje no Museu do Prado. Ao centro pode-se ver a infanta Margarida Teresa de Habsgurgo filha de Filipe IV acompanhada de suas damas de companhia, dos seus criados e de uma anã e uma criança que mexe com um cão. Já no canto esquerdo, vê-se um auto - retrato de Velázquez, em cuja veste percebemos a cruz da Ordem de Santiago, que foi incluída na tela somente após sua morte. Os reflexos do rei e da rainha da Espanha surgem num espelho atrás da infanta. Acima do retrato há dois quadros do acervo do palácio e, mais ao fundo, um homem entra em cena e movimenta a cortina, trazendo mais luminosidade à tela. 
A partir da década de 1950, Picasso decidiu reinterpretar de todas as formas imagináveis algumas obras que o obcecaram durante toda a vida. A mais célebre é certamente a série de 44 pinturas baseadas em “As Meninas”, de Velázquez. Várias versões de Picasso, muitas delas expostas extensivamente no Museu Picasso, de Barcelona.

Rethalhado de : http://aprendemos-mikasmi.blogspot.com/2009/01/diego-rodrguez-de-silva-y-velzquez.html

07 outubro 2011

                Detalhe do quadro "Las Meninas", de Velázquez. no Museo del Prado/ Espanha

28 agosto 2011

Museu Munch - Oslo/Noruega

  Munchmuseet ou Museu Munch é um museu de arte situado em Oslo, albergando obras de Edvard Munch, deixadas em testamento à comuna de Oslo em 1940. O museu abriu as portas ao público em 1963, cem anos após o nascimento do pintor mundialmente famoso.
O edifício situa-se em Tøyengata, no bairro de Tøyen oriental de Oslo e foi concebido pelos arquitectos Gunnar Fougner e Einar Myklebust. Este último foi também o arquitecto responsável pela remodelação e reabilitação do edifício levada a cabo em 1994, cinquenta anos após a morte de Munch.
  Inicialmente, o museu foi financiado com os lucros obtidos pelos cinemas municipais de Oslo. Mais recentemente, foi financiado pela empresa japonesa Idemitsu Kosan co. Ltd. Em 2005, o museu foi parcialmente reconstruído, para aumentar a sua segurança, na sequência dos roubos de "O grito" e de "Madonna", em 2004.
  Actualmente, o museu compreende um espaço para exposições, espaços para fotografia e conservação de pinturas, escritórios, uma biblioteca e salas de estar. Possui ainda um salão utilizado para exposições, concertos, peças de teatro e projecção de filmes, uma loja de recordações e um café.
  O testamento de Edvard Munch doou à comuna de Oslo cerca de 1100 pinturas, 15500 impressões com 700 motivos, 4700 esboços e seis esculturas. A doação incluiu ainda 2240 livros, blocos de notas, documentos, fotografias, instrumentos de trabalho e móveis. A sua irmã viria também a doar diversas obras ao museu, datando algumas delas da década de 1880.
  Esta e outras doações permitiram que hoje se encontre neste museu bastante mais de metade da obra de Munch. Dadas a vastidão das obras e as limitações de espaço, os quadros expostos vão variando, existindo um grande acervo guardado em armazém, para exposição futura.


  
O grito Edvard Munch
 Uma das principais obras de Edvard Munch foi "O grito" (no original Skrik), datada de 1893. A obra representa uma figura andrógena num momento de profunda angústia e desespero existencial. O pano de fundo é a doca de Oslofjord (em Oslo) ao pôr-do-Sol. O Grito é considerado como uma das obras mais importantes do movimento expressionista e adquiriu um estatuto de ícone cultural, a par da Mona Lisa de Leonardo da Vinci.


Rethalhado: Wikipédia, a enciclopédia livre.

03 junho 2011

Breve história do romantismo nas artes plásticas (De 1790 a 1850)

   Subjetividade e introspecção, sentimentos e sensações são características deste período. A literatura romântica, os elementos da natureza e o passado são retratados de forma intensa no romantismo. São representantes desta época o artista Francisco Goya y Lucientes. Algumas de suas principais pinturas são: A Família de Carlos IV, O Colosso e Os Fuzilamentos do Três de Maio de 1808. Outras obras românticas : A Balsa da Medusa, de Théodore Géricault (Foto acima); A Carroça de Feno, de John Constable; A Morte de Sardanapalo, de Eugène Delacroix; e O Combatente Téméraire, de Joseph William Turner.
 

Rethalhado de http://www.brasilcultura.com.br/
Leia mais em http://www.historiadaarte.com.br/arteromantica.html

20 maio 2011

Dicas de site/blog: Monumentos do Rio - RJ

       

       Com objetivo principal de inventariar as obras de arte dos logradouros públicos do município do Rio de Janeiro, Alex Belchior, criou em 2010 o primeiro catálogo eletrônico de monumentos do Rio de Janeiro. Com mais de mil obras catalogadas e é primeiro espaço eletrônico a registrar os monumentos cariocas. Fruto de mais de dois anos de pesquisas e trabalho de campo durante as visitas técnicas como guia de turismo. 
“A história do Brasil, em parte, pode ser escrita pelos monumentos que se encontram na cidade do Rio de Janeiro. Infelizmente, a falta de interesse pelos monumentos em nossa cidade e até em outros municípios é grande. Boa parte da população só conhece os monumentos pelas pichações feitas por vândalos e não pelo seu valor histórico”, lamenta Belchior, que pretende ampliar o trabalho para outros municípios do estado.
       Com sua fonte de inspiração no protótipo da famosa estátua da liberdade, localizada no seu bairro, Vila Kennedy, Bechior a tempos esta na luta pela restauração do monumento que necessita urgente de reparos. E-mails e cartas ao secretario de conservação e o prefeito de nada adiantou, apenas uma promessa de vistoria e até agora nada.

 Conheça esse trabalho de Alex Belchio.
  


Saiba mais sobre o protótipo da estátua da liberdade e seu abandono em:

28 abril 2011

Entrega do projeto “Restauração de Peças do Acervo do Museu da Baronesa” - Pelotas

 

       Nesta quinta-feira (28), a partir das 18h, a direção do Museu da Baronesa recebe, em seus salões, autoridades convidadas e imprensa para a abertura da mostra intitulada “Restauração do Mobiliário Dourado e Pinturas do Museu da Baronesa”. A exposição será aberta ao público na sexta-feira (29), de forma gratuita - Dia de Passe Livre-, no período compreendido entre às 13h30 e às 18h. A direção do Museu alerta ainda que na quinta-feira a instituição estará fechada ao público durante o dia para fins de montagem da nova mostra, abrindo apenas às 18h.
        Além desta, estarão em exposição também as peças que compõem o projeto “Restauração de Peças do Acervo do Museu da Baronesa”, com financiamento da Lei Rouanet, captação de recursos financeiros realizada pela ATO Produção Cultural junto à Eletrobrás, Eletrosul e BRDE e executado pela empresa Restauratus Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis Ltda. , em parceria com o Curso de Conservação e Restauro – ICH/UFPel.
O trabalho teve início, em 2009, com a restauração e acondicionamento de 63 leques da Coleção Adail Bento Costa. Nesse momento festivo retornam à exposição quatro pinturas da Coleção Família Antunes Maciel, um espelho, dois consoles e duas cadeiras estilo rococó, além de duas cadeiras, uma mesa e uma banqueta em estilo neoclássico.

Rethalhado do site:  http://www.pelotasconvention.com.br
Foto: http://www.restauratus.com.br/

16 março 2011

James Ensor (Ostende, 1860 — 1949)


          Foi um pintor e gravador belga dos séculos XIX e XX. Era filho de James Frederic Ensor, um engenheiro de origem inglesa e de Maria Catherina Haegheman, de origem local modesta. Estudou em Bruxelas e, nas suas primeiras obras, sofre a influência de Reps. Ensor foi ao longo de toda a sua vida um ser marginal e solitário e é difícil encontrar um outro artista do século XIX e XX cuja obra seja tão complexa, estranha e tão rica de interpretações.
         Ensor ficou particularmente famoso pelos seus desenhos e pinturas de máscaras e multidões que utilizou como crítica social. As suas obras estão espalhadas por museus e colecções particulares de toda a Europa.     
         Data de 1888 a sua obra-prima, Entrada do Cristo em Bruxelas, que anuncia ao mesmo tempo o fauvismo e o expressionismo. Criou, com outros artistas, os grupos Os Vinte e Arte Contemporânea.
          Começando impressionista, o estilo de Ensor pouco a pouco adquiriu características peculiares. Artista visionário, algumas das suas obras aproximam-se, pelo espírito, das dos velhos mestres flamengos, como Bosch e Bruegel, a cuja família estética pertence. Tecnicamente, a arte ensoriana revitalizou a pintura belga do século passado, influindo sobre o expressionismo e o surrealismo.
           Notável gravador, deixou 133 gravuras em metal, muito procuradas por coleccionadores. O rei Alberto I da Bélgica fê-lo barão em 1929.
         Ensor faleceu em 1949 após três semanas de agonia. Está sepultado em Mariakerk, no cemitério junto da igreja de Notre-Dame-des-Dunes.

Fonte: Wikipédia
Os pecados capitais dominados pela morte, 1904 ( Obra exposta no Museo MALBA)



Leia sobre o MALBA

24 fevereiro 2011

Una mueca genial y atormentada



El Louvre acoge una exposición de las inquietantes y misteriosas cabezas de Franz Xaver Messerschmidt, artista torturado y adelantado a su tiempo.

Recluido en una cabaña cercana a Wiesenstein, su pueblo natal de Austria, y viviendo de la leche de una vaca y de la carne de unos corderos que le cuidaba el hijo de un vecino, el escultor Franz Xaver Messerschmidt comenzó en 1775 a esculpir la primera de sus misteriosas cabezas. En efecto, y aunque no lo parezca si se contemplan con detenimiento estas imágenes, hablamos del siglo XVIII, y no del XX o del XXI.
Hechas en bronce, en plomo, en mármol o en alabastro, plagadas de modernidad y de rasgos expresionistas e hiperrealistas que nadie podía siquiera imaginar en aquella época, este artista torturado por fantasmas que solo él veía llevó a cabo durante toda su vida una serie de bustos -muchos de ellos autorretratos- que se ríen, lloran, gesticulan grotescamente, cierran los ojos o abren la boca como si hubieran enloquecido. Se dice que hasta su muerte realizó 60 de ellas. Jamás vendió ninguna. Le acompañaron siempre a lo largo de su vida errabunda. Nadie ha sabido muy bien interpretarlas, qué quiso decir o gritar Messerschmidt con ellas. Ahora, el Museo del Louvre expone, hasta el 25 de abril, una treintena para estupefacción del público de París.

Nació en 1736 en Austria.Siempre fue escultor. Estudió en Viena y tras un viaje de formación en Venecia se instaló definitivamente en la capital austriaca. Su primera obra famosa fue un canónico retrato en bronce de la emperatriz Marie-Thérèse de Hungría. Vivía de los encargos de los burgueses de la época y de su puesto de profesor auxiliar de la escuela de Bellas Artes, en la que él mismo había estudiado.

Pero todo se torció. Los encargos comenzaron a escasear y en 1774, con 38 años, lo rechazaron para el puesto de profesor titular de la Academia de Bellas Artes. El tribunal alegó "problemas cerebrales". Y añadió: "A veces parece perder la razón".

Franz Xaver Messerschmidt tal vez padecía esquizofrenia. Se da también por cierto que le influyeron mucho las teorías heterodoxas y particulares sobre el magnetismo animal del médico Franz Anton Mesmer.

Arruinado, vejado, acosado por sus obsesiones, Messerschmidt lo vendió todo y volvió a su pueblo natal en busca de refugio en una cabaña construida en las afueras. Friedrich Nicolai, filósofo, editor e historiador austriaco, que le visitó en su casa en 1781, dos años antes de morir, describió a un hombre extraño que se pellizcaba frente al espejo y gesticulaba estrambóticamente con el fin de forzar el rostro y de llegar a componer una incomprensible teoría de las proporciones que, según él, gobernaba el mundo. El artista buscaba afanosamente 64 gestos primordiales. Los que, pacientemente, fue modelando en sus esculturas primorosas y alucinadas, según el filósofo. Nada creyente en fantasmas atormentados, Friedrich Nicolai atribuyó parte de la locura de Franz Xaver Messerschmidt a su castidad extrema y extremadamente militante. Cuando le preguntó por qué ocultaba siempre el labio inferior en sus esculturas, el artista le contestó: "Porque ningún animal de la naturaleza lo enseña".

A su muerte, su hermano, también escultor, encontró cerca de 60 de esos raros bustos. No se expusieron hasta 1794, en el Hospital de Viena. Allí, una voz anónima bautizó a su manera en un folleto las 49 obras que se conservaban, con la intención de despertar en el público más la risa y el sarcasmo que la emoción estética. Las esculturas reciben nombres como El hombre que sufre de estreñimiento, El hipócrita y el calumniador, El hombre que bosteza...

Con estos títulos azarosos se les conoció siempre y se siguen conociendo. A finales del siglo XIX, la colección se diseminó en una subasta en Viena. No era extraño: hasta los años veinte las extrañas cabezas de este escultor austriaco no comenzaron a atraer a los estudiosos y a los artistas, que veían en ellas una auténtica premonición de su propio expresionismo. Ahora constituyen un objeto de deseo por parte de cualquier museo o coleccionista, aunque se siga sabiendo tan poco como antes de su enigmático autor...


ANTONIO JIMÉNEZ BARCA - París - 24/02/2011

Rethalhado del sitio: http://www.elpais.com

16 fevereiro 2011

      A colcha de retalho de Roberto Ploeg



      Artista plástico Roberto Ploeg nasceu em Valkenburg aan de Geul, na Holanda, em 1955. No final da década de 70, veio para o Brasil fazer mestrado em Teologia Latino americana. Anos depois de suas atividades como teólogo da libertação, no ano de 1995, direcionou suas energias para a criação artística.

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