21 setembro 2011
05 setembro 2011
02 setembro 2011
Projeto de restauração do Sete de Abril será entregue ao Iphan
O projeto completo das obras de restauração do centenário Theatro Sete de Abril está concluído e será entregue ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), nesta sexta-feira (02). A determinação partiu do prefeito Adolfo Antonio Fetter em reunião com o titular da Secult,
Ulisses Nornberg, e o corpo técnico do escritório local do Projeto
Monumenta, lotado na Secult. Na ocasião, o projeto de restauro foi
apresentado ao prefeito, que solicitou que, amanhã, este seja enviado ao
escritório do Iphan em Porto Alegre.
O corpo de engenheiros e arquitetos do escritório local do Monumenta apresentou ao Chefe do Executivo o registro fotográfico do teatro,
levantamento cadastral, projeto arquitetônico, projeto estrutural,
projeto de cobertura, projeto hidrossanitário, arquitetura, iluminação
cênica e memoriais descritivos de cada um dos projetos. Todo este
material foi compilado em oito volumes, que contemplam ainda projetos
complementares, diagnóstico das patologias encontradas e as respectivas
propostas de intervenção visando à consolidação e restauração integral
do teatro, além de buscar a requalificação dos espaços. Contemplados
ainda no projeto a restauração total das poltronas, instalação de
carpete, placas de identificação, cortinas e demais itens internos do
teatro.
Ao dar vistas ao volumoso projeto, Fetter parabenizou a equipe da
Secult e destacou que sem o trabalho árduo e contínuo de cada um dos
membros da equipe, a realização do projeto não seria possível.
A equipe técnica que participou da audiência com Fetter é composta
pelo engenheiro Ricardo Silveira, engenheira Gisela Frattini, arquitetos
Fábio Caetano e Marta da Rosa e Silva.
Fonte: pelotas.com.br
01 setembro 2011
1° Encontro do GT história, imagem e cultura visual - ANPUH/RS
Programação
Dia 24/11
14h às 18h: credenciamento
19h: Conferência de abertura: Profª Drª Ana Maria Mauad/UFF
Dia 25/11
9h às 12:30h: Comunicações
14h às 16h: Mesa-Redonda História e fotografia: Prof. Dr. Charles Monteiro (PUCRS), Prof.ª Drª Zita Possamai (UFRGS) e Profª Drª Francisca Michelon (UFPel)
16:30h às 18:30h: Mesa-Redonda História, imagem e cultura visual: Profª Drª Daniela Kern (UFRGS), Prof. Dr. Aristeu Lopes (UFPel) e Prof. Dr. Juarez Fuão (FURG)
Patrimoni en imatges - Pelotas/RS
30 agosto 2011
FUNDADA ASSOCIAÇÃO DAS CIDADES HISTÓRICAS DO RIO GRANDE DO SUL
CAÇAPAVA DO SUL FOI SEDE DO ENCONTRO
Nos dias 16 e 17 de Março de 2011, no salão de eventos do hotel Karlton, em Caçapava do Sul estiveram reunidos representantes de 10 cidades inseridas no PAC-CH para a Fundação e Aprovação do Estatuto da Associação das Cidades Históricas do Rio Grande do Sul (ACHRS).
Além do anfitrião prefeito Zauri Tiaraju de Castro estiveram presentes o prefeito de Jaguarão e os vice-prefeitos de São Miguel das Missões e de São Nicolau, além de gestores públicos dos municípios de Caçapava do Sul, Jaguarão, Bagé, Novo Hamburgo, Pelotas, Piratini, Porto Alegre, e Rio Grande. Os representantes dos municípios de Antonio Prado e General Câmara, não estiveram presentes, no entanto manifestaram seu apoio a associação.
O evento também contou com a presença (durantes os dois dias) de Anderson Cabido (Presidente da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais e Prefeito de congonhas, MG) apoiando e contribuindo com sua experiência.
Também participaram do Encontro: a Superintendente da 12ª SR - IPHAN (Ana Meia), o diretor do IPAHE (Eduardo Hann), a diretora do Campus da Unipampa de Jaguarão (Maria de Fátima Ribeiro) e a representante do Comitê da Transversalidade do Governo Estadual (Brenda Spindola).
Conforme a assessora de projetos especiais da prefeitura de Caçapava do Sul (Claudia Uessler) o objetivo dessa Associação é de que haja uma maior integração e agilidade na busca de recursos - tanto técnicos como financeiros, para a preservação e promoção do patrimônio cultural e o desenvolvimento turístico local.
FONTE: DRa. CLAUDIA UESSLER
Nos dias 16 e 17 de Março de 2011, no salão de eventos do hotel Karlton, em Caçapava do Sul estiveram reunidos representantes de 10 cidades inseridas no PAC-CH para a Fundação e Aprovação do Estatuto da Associação das Cidades Históricas do Rio Grande do Sul (ACHRS).
Além do anfitrião prefeito Zauri Tiaraju de Castro estiveram presentes o prefeito de Jaguarão e os vice-prefeitos de São Miguel das Missões e de São Nicolau, além de gestores públicos dos municípios de Caçapava do Sul, Jaguarão, Bagé, Novo Hamburgo, Pelotas, Piratini, Porto Alegre, e Rio Grande. Os representantes dos municípios de Antonio Prado e General Câmara, não estiveram presentes, no entanto manifestaram seu apoio a associação.
O evento também contou com a presença (durantes os dois dias) de Anderson Cabido (Presidente da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais e Prefeito de congonhas, MG) apoiando e contribuindo com sua experiência.
Também participaram do Encontro: a Superintendente da 12ª SR - IPHAN (Ana Meia), o diretor do IPAHE (Eduardo Hann), a diretora do Campus da Unipampa de Jaguarão (Maria de Fátima Ribeiro) e a representante do Comitê da Transversalidade do Governo Estadual (Brenda Spindola).
Conforme a assessora de projetos especiais da prefeitura de Caçapava do Sul (Claudia Uessler) o objetivo dessa Associação é de que haja uma maior integração e agilidade na busca de recursos - tanto técnicos como financeiros, para a preservação e promoção do patrimônio cultural e o desenvolvimento turístico local.
FONTE: DRa. CLAUDIA UESSLER
Pelotas estará representada no Encontro das Cidades Históricas
A Secretaria de Cultura local (Secult) estará representada, em Juazeiro
do Norte, Ceará, por ocasião da realização do 4º Encontro Nacional de
Cidades Históricas e Turísticas. Para tanto, o Superintendente de
Cultura, Mogar Pagana Xavier, desloca-se ao Nordeste com o objetivo de
apresentar a experiência do município com relação ao tema.
O Encontro realiza-se entre os dias 1º e 3 de setembro, no Memorial Padre Cícero, e contará com a presença do ministro do Turismo, Pedro Novais, que presidirá a cerimônia de abertura.
A 3ª edição do Encontro foi realizada no ano passado na cidade de Belém (PA) e reuniu representantes de pelo menos 35 cidades históricas e turísticas, possibilitando a discussão de estratégias conjuntas de enfrentamentos dos problemas do setor.
O Encontro realiza-se entre os dias 1º e 3 de setembro, no Memorial Padre Cícero, e contará com a presença do ministro do Turismo, Pedro Novais, que presidirá a cerimônia de abertura.
A 3ª edição do Encontro foi realizada no ano passado na cidade de Belém (PA) e reuniu representantes de pelo menos 35 cidades históricas e turísticas, possibilitando a discussão de estratégias conjuntas de enfrentamentos dos problemas do setor.
"Será de 1 a 3 de setembro, em Juazeiro do Norte, o IV Encontro das Cidades Históricas e Turísticas e IV Encontro do Grupo de Trabalho do Turismo Religioso. A prefeitura, através da Secretaria de Turismo e Romarias, está empenhada no sentido de recepcionar e garantir aos participantes de todo o Brasil uma saudável acolhida. Além disso, a infraestrutura necessária para o evento no Memorial Padre Cícero com a chancela do Ministério do Turismo. Este ano o evento será realizado simultaneamente com o GT de Turismo Religioso numa deferência especial ao Juazeiro por conta dos 100 anos de emancipação política e o fato de se constituir um dos principais pólos de romarias do Brasil. Vários temas serão debatidos e um deles é a criação da Associação das Cidades Históricas e Turísticas, mas a programação ainda está sendo definida. Trata-se de uma entidade jurídica destinada à defesa dos interesses das cidades históricas e turísticas com todo o apoio do IPHAN. (Demontier Tenório)"
28 agosto 2011
Museu Munch - Oslo/Noruega
Munchmuseet ou Museu Munch é um museu de arte situado em Oslo, albergando obras de Edvard Munch, deixadas em testamento à comuna de Oslo em 1940. O museu abriu as portas ao público em 1963, cem anos após o nascimento do pintor mundialmente famoso.
O edifício situa-se em Tøyengata, no bairro de Tøyen oriental de Oslo e foi concebido pelos arquitectos Gunnar Fougner e Einar Myklebust. Este último foi também o arquitecto responsável pela remodelação e reabilitação do edifício levada a cabo em 1994, cinquenta anos após a morte de Munch.
Inicialmente, o museu foi financiado com os lucros obtidos pelos cinemas municipais de Oslo. Mais recentemente, foi financiado pela empresa japonesa Idemitsu Kosan co. Ltd. Em 2005, o museu foi parcialmente reconstruído, para aumentar a sua segurança, na sequência dos roubos de "O grito" e de "Madonna", em 2004.
Actualmente, o museu compreende um espaço para exposições, espaços para fotografia e conservação de pinturas, escritórios, uma biblioteca e salas de estar. Possui ainda um salão utilizado para exposições, concertos, peças de teatro e projecção de filmes, uma loja de recordações e um café.
O testamento de Edvard Munch doou à comuna de Oslo cerca de 1100 pinturas, 15500 impressões com 700 motivos, 4700 esboços e seis esculturas. A doação incluiu ainda 2240 livros,
blocos de notas, documentos, fotografias, instrumentos de trabalho e
móveis. A sua irmã viria também a doar diversas obras ao museu, datando
algumas delas da década de 1880.
Esta e outras doações permitiram que hoje se encontre neste museu
bastante mais de metade da obra de Munch. Dadas a vastidão das obras e
as limitações de espaço, os quadros expostos vão variando, existindo um
grande acervo guardado em armazém, para exposição futura.
![]() |
| O grito Edvard Munch |
Uma das principais obras de Edvard Munch foi "O grito" (no original Skrik), datada de 1893. A obra representa uma figura andrógena
num momento de profunda angústia e desespero existencial. O pano de
fundo é a doca de Oslofjord (em Oslo) ao pôr-do-Sol. O Grito é
considerado como uma das obras mais importantes do movimento
expressionista e adquiriu um estatuto de ícone cultural, a par da Mona
Lisa de Leonardo da Vinci.
A Formação Profissional do Restaurador por Régis Eduardo Martins[1]
A especialização profissional é um dos quesitos principais para o êxito de uma restauração. Por caracterizar-se como uma intervenção direta sobre o bem cultural, o restauro deve ser considerado a última das ações a serem realizadas, sendo sempre precedidas por medidas de preservação ou conservação que não impliquem em interferências propriamente ditas sobre a matéria que constitui o objeto. Somente depois de constatadas a impossibilidade de tais medidas garantirem a proteção do imóvel deve-se realizar a restauração, definindo-a segundo os princípios apresentados por KUHL (2005)[i]:
- Distinguibilidade: pois a restauração (que é vinculada às ciências históricas) não propõe o tempo como reversível e não pode induzir o observador ao engano de confundir a intervenção ou eventuais acréscimos com o que existia anteriormente, além de dever documentar a si própria.
- Reversibilidade: pois a restauração não deve impedir, tem, antes, de facilitar qualquer intervenção futura; portanto, não pode alterar a obra em sua substância, devendo-se inserir com propriedade e de modo respeitoso em relação ao preexistente.
- Mínima intervenção: pois a restauração não pode desnaturar o documento histórico nem a obra como imagem figurada.
Os princípios da distinguibilidade, da reversibilidade e da mínima intervenção visam garantir que o restauro seja realizado segundo um processo metodológico, desenvolvido com intuito de permitir a transmissão do bem cultural às futuras gerações sem suprimir ou alterar as marcas do tempo sobre o mesmo.
De acordo com BRANDI (2004)[ii], o restauro é "o momento metodológico do reconhecimento da obra de arte, na sua consistência física e na sua dúplice polaridade estética e histórica, com vistas à sua transmissão ao futuro". Assim, as intervenções realizadas devem ser identificáveis como uma marca distinta da época que a produziu, sem que se reduza a restauração a uma mera recomposição estética ou que se produza um falso histórico a partir dela.
A elaboração e a execução de um projeto de restauração para edifícios é um processo de bastante complexidade que envolve fatores exógenos ao bem cultural em si. Não basta apenas um diagnóstico preciso do estado de conservação do imóvel, mas antes de tudo, qualquer ação é definida a partir de um estudo particular de cada caso, onde a intervenção que será estipulada é analisada em referência às diversas implicações relacionadas com todo o contexto cultural, histórico e espacial que o cerca.
Cada etapa que envolve um projeto de restauro analisa a constituição do bem segundo sua historicidade; suas características arquitetônicas, originais ou acrescentadas; sua inserção no meio urbano ou rural; os materiais utilizados; além de outros pontos importantes, sob os quais irão definirem-se as medidas de conservação e restauração a serem realizadas. Tais questões são descritas na Carta de Restauro de 1972[iii] concebida na Itália, discorrendo-se da seguinte forma:
A realização do projeto para a restauração de uma obra arquitetônica deverá ser precedida de um exaustivo estudo sobre o monumento, elaborado de diversos pontos de vista (que estabeleçam a análise de sua posição no contexto territorial ou no tecido urbano, dos aspectos tipológicos, das elevações e qualidades formais, dos sistemas e caracteres construtivos, etc), relativos à obra original, assim como aos eventuais acréscimos ou modificações. Parte integrante desse estudo serão pesquisas bibliográficas, iconográficas e arquivísticas, etc., para obter todos os dados históricos possíveis. O projeto se baseará em uma completa observação gráfica e fotográfica, interpretada também sob o aspecto metrológico, dos traçados reguladores e dos sistemas proporcionais e compreenderá um cuidadoso estudo específico para a verificação das condições de estabilidade. (CURY, 2004, p. 157)
Não menos criteriosa é a ação da obra de restauro em si, tratado na mesma Carta com os dizeres a seguir:
A execução dos trabalhos pertinentes à restauração dos monumentos, que quase sempre consiste em operações delicadíssimas e sempre de grande responsabilidade, deverá ser confiada a empresas especializadas e, quando possível, executada sob orçamento e não sob empreitada. (CURY, 2004, p. 157)
O conhecimento e a familiaridade com as características construtivas e arquitetônicas da edificação são pontos fundamentais para o profissional da restauração. A falta de formação adequada redunda em intervenções equivocadas que, geralmente, implicam em consideráveis perdas na autenticidade[2] do bem cultural. Diante da complexidade que envolve tais ações, assim trata o Compromisso de Brasília de 1970[iv]:
O problema da recuperação e restauração de monumentos [...] é extremamente complexo [...] porque depende de técnicos qualificados, cuja a formação é demorada e difícil, pois requer, além de tirocínio de obras e de familiaridade com os processos construtivos antigos, sensibilidade artística, conhecimentos históricos, acuidade investigadora, capacidade de organização, iniciativa e comando e, ainda, finalmente desprendimento. (CURY, 2004, p. 141)
Durante o séc. XX, motivados pelas diversas conferências realizadas em prol da preservação do patrimônio cultural, o restauro foi amplamente discutido na Europa, definindo-se metodologias e critérios específicos para a realização das intervenções. A especialização dos profissionais da área foi deliberada como um dos principais quesitos para o êxito na proteção dos monumentos e conjuntos urbanos.
No Brasil, as ações voltadas para a especialização profissional na preservação do patrimônio edificado delinearam-se efetivamente após os anos 70, quando surgiram os primeiros cursos regulares nessa área. No entanto, a formação de restauradores de bens imóveis em nível superior se dá em sua grande maioria através de pós-graduações, como as existentes no Cecre[3] na Bahia, no Ceci[4] em Pernambuco, no Cecor[5] em Minas Gerais e em linhas de mestrado oferecidas por universidades. Somente em 2007 foi criada a primeira graduação específica para o restauro arquitetônico, através do curso de Tecnologia em Conservação e Restauro ofertado pelo IFMG[6]. Para a capacitação de mestres de ofícios, como são conhecidos os profissionais que executam as intervenções, existe cursos como os disponibilizados em diversas oficinas escolas de artes e ofícios existentes no país.
Referências Bibliográficas
[1] Pós-Graduando em Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural pela UFMG. Tecnólogo em Conservação e Restauro pelo Instituto Federal de Minas Gerais – Campus Ouro Preto.
[2] “Os edifícios e lugares são objetos materiais, portadores de uma mensagem ou de um argumento cuja validade, no quadro de um contexto social e cultural determinado e de sua compreensão e aceitação pela comunidade, os converte em um patrimônio. Poderíamos dizer, com base neste princípio, que nos encontramos diante de um bem autêntico quando há correspondência entre o objeto e seu significado.” (CURY, 2004, p.325-326)
[3] Curso de Especialização em Conservação e Restauração de Monumentos e Conjuntos Históricos/UFBA.
[4] Centro de Conservação Integrada.
[5] Centro de Conservação/Restauração de Bens Culturais/UFMG.
[6] Instituto Federal de Minas Gerais.
[i] KUHL, Beatriz Mugayar. História e Ética na Conservação e na Restauração de Monumentos Históricos. Revista CPC, 2005, v. 1, n. 1. Disponível em
http://www.usp.br/cpc/v1/php/wf07_revista_interna.php?id_revista=2&id–conteudo=6&tipo=5> Acesso em 01/10/2010.
[ii] BRANDI, Cesare. Teoria da Restauração. Cotia: Ateliê, 2004, p. 30.
[iii] Carta de Restauro, 1972. In: CURY, Isabelle. INSTITUTO DO PATRIMONIO HISTORICO E ARTISTICO NACIONAL (BRASIL). Cartas patrimoniais. 3.ed., rev. e aum. Brasília: IPHAN, 2004. p. 147-169. (Edições do patrimônio).
[iv] Compromisso de Brasília, 1970. In: CURY, Isabelle. INSTITUTO DO PATRIMONIO HISTORICO E ARTISTICO NACIONAL (BRASIL). Cartas patrimoniais. 3.ed., rev. e aum. Brasília: IPHAN, 2004. p. 137-141. (Edições do patrimônio).
Carta de Brasília, 1995. In: CURY, Isabelle. INSTITUTO DO PATRIMONIO HISTORICO E ARTISTICO NACIONAL (BRASIL). Cartas patrimoniais. 3.ed., rev. e aum. Brasília: IPHAN, 2004. p. 323-328. (Edições do patrimônio).
Rethalhado do blog: http://restauracaoarquitetonica.blogspot.com/
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