CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE BENS CULTURAIS

09 fevereiro 2011

Cronologia da fotografia no Brasil


1832 – O francês Hércules Florence, residente na cidade de Campinas (SP), realiza as primeiras imagens fotográficas no país. Cientista e desenhista, participou da expedição Langsdorff, que percorre os estados de São Paulo, Mato Grosso e Grão-Pará. Desde então, empenhou-se em buscar o registro de imagens. Embora não conhecesse o trabalho de Nicéphore Niépce (1765-1833), que fixou a primeira fotografia em 1826, Hercules Florence pesquisa a gravação de imagens pela ação da luz. O processo desenvolvido por ele baseia-se no mesmo princípio estabelecido pelo inglês William Henri Fox Talbot: a reprodutibilidade das chapas (negativo/positivo), fundamento da fotografia até hoje. Ele se refere ao processo pelo nome de photographie seis anos antes do britânico John Herschel, considerado o primeiro a fazer menção à palavra.

1840 – O abade francês Louis Compte, de passagem pelo Rio de Janeiro, realiza três daguerreótipos (imagens obtidas com um aparelho capaz de fixá-las em placas de cobre cobertas com sais de prata). É a primeira demonstração do funcionamento do processo no Brasil e na América Latina. No mesmo ano, o fotógrafo Augustus Morand produz as primeiras fotos da família real brasileira e do Palácio São Cristóvão.

O imperador Pedro II compra uma câmera de daguerreótipo e começa a produzir imagens, tornando-se o primeiro brasileiro nato a dedicar-se à fotografia.

1851 – Dom Pedro II atribui o título de "Photographo da Casa Imperial" aos retratistas Buvelot e Prat. É a primeira vez que um soberano concede uma honraria a um fotógrafo. Posteriormente, o imperador brasileiro outorga o título a mais 21 profissionais da época.

1853 – Começa a funcionar no Rio de Janeiro a primeira oficina de calótipoo país, dirigida por C. Guimet. Esse processo permite que se obtenha cópias das fotografias.

1860-1900 – Imigrantes europeus trazem as novas tecnologias fotográficas ao país, como o colódio úmido (negativo feito sobre placas de vidro sensibilizadas com uma solução química). Proliferam estúdios de retratistas nas principais cidades brasileiras. O alemão Alberto Henschel abre escritórios no Recife, em Salvador, no Rio e em São Paulo e transforma-se no primeiro grande empresário da fotografia brasileira. Nessa época também se destacam Walter Hunnewell, que faz a primeira documentação fotográfica da Amazônia, Marc Ferrez, que produz imagens panorâmicas de paisagens brasileiras, e Militão Azevedo, o primeiro a retratar sistematicamente a transformação urbana da cidade de São Paulo.

1861 – O francês Victor Frond lança o álbum Brazil Pittoresco, o primeiro livro de fotografia do Brasil e da América Latina.

1900 – São publicadas as primeiras fotos da imprensa brasileira na Revista da Semana. Nos anos seguintes, outros jornais e revistas intensificam o uso de fotografias, entre eles O Malho, Kosmos, A Vida Moderna, Fon-Fon, Careta e Paratodos.

1901 – O fotógrafo Castro Moura introduz no país o cartão-postal.

1904 – Valério Vieira realiza pesquisas de montagens fotográficas com vários negativos desde início do século XX. Seu auto-retrato Os 30 Valérios recebe medalha de prata na Feira Internacional de Saint Louis (EUA). Em 1922, Vieira ganha medalha de ouro na mesma feira pela maior impressão fotográfica do mundo, uma panorâmica da cidade de São Paulo de 16 m x 1,4 m.

1911 – Primeiro fotógrafo oficial da prefeitura do Rio de Janeiro, Augusto Malta registra cenas do Carnaval carioca, dando início ao fotojornalismo.

1928 – O engenheiro químico Conrado Wessel funda, em São Paulo, a primeira fábrica de papel fotográfico da América Latina. Posteriormente, ela é comprada pela Eastman Kodak, quando a empresa norte-americana se instala no Brasil. A atividade de Wessel contribui para a difusão da fotografia no país entre as décadas de 30 e 50.

1935 – Fundação da Revista São Paulo, publicação com projeto gráfico arrojado, que valoriza o fotojornalismo e a fotomontagem, na qual se destacam o trabalho de Benedito Junqueira Duarte e de Theodor Preissing.

1939 – Fotógrafos de origem alemã imigram para o Brasil trazendo influências do movimento Bauhaus, como a ênfase nas formas e no grafismo e o uso de recursos como ampliação, montagem, dupla exposição e solarização, entre outros. Destacam-se os trabalhos de Hildegard Rosenthal, Hans Gunter Flieg, Fredi Kleeman e Alice Brill.

Década de 40 – Auge do fotoclubismo, movimento que reunia profissionais de diferentes áreas interessados na prática da fotografia como uma forma de expressão artística. Os primeiros fotoclubes surgem no início do século XX, mas é a partir dos anos 30 que passam a ter papel de destaque na formação e no aperfeiçoamento técnico dos fotógrafos brasileiros. Os principais são o Photo Club Brasileiro, fundado no Rio de Janeiro em 1923, e o Foto Cine Clube Bandeirante, criado em São Paulo em 1939, cuja atuação é fundamental para o desenvolvimento da fotografia de autor no país. Entre os expoentes do fotoclubismo estão Thomas Farkas, José Oiticica Filho, Eduardo Salvatore, Chico Albuquerque, José Yalenti, Grigóri Varchávchik, Hermínia de Mello Nogueira Borges, Nogueira Borges, Geraldo de Barros e Gaspar Gasparian.

1946 – Geraldo de Barros e José Oiticica Filho impulsionam a fotografia de autor, que deixa de se preocupar com o retrato da realidade e busca novas formas de expressão artística. Eles rompem com a tradição pictorialista predominante até os anos 40 e disseminada pelos fotoclubes.

1947 – Lançamento da revista Iris, a mais antiga publicação brasileira especializada em fotografia ainda em circulação.

1948 – O fotógrafo Chico Albuquerque faz a primeira campanha publicitária fotográfica no país.

1948-1950 – O Museu de Arte de São Paulo (Masp) realiza as primeiras exposições de fotografia em museus brasileiros, com os trabalhos de Thomas Farkas (1948) e de Geraldo de Barros (1950). Nesse período, os dois criam no Masp um laboratório fotográfico e um programa de cursos de fotografia, que contribuem para a formação de diversos profissionais nos anos seguintes.

Década de 50 – A revista O Cruzeiro e o Jornal do Brasil dão grande impulso ao fotojornalismo brasileiro ao destinar um espaço destacado nas reportagens para as fotografias, até então usadas como acessórios do texto. Entre os principais nomes desse período estão Jean Manzon, Luiz Carlos Barreto, Indalécio Wanderley, Ed Keffel, Luciano Carneiro, José Medeiros, Peter Scheier, Flávio Damm e Marcel Gautherot.

1952 – Lançamento da revista Manchete, que procura estabelecer uma narrativa visual independente do texto em suas reportagens.

Década de 60 – Período de auge da fotorreportagem no país, com o surgimento das revistas Realidade (1966) e Veja (1968) e do Jornal da Tarde (1966). Profissionais como Maureen Bisilliat, David Drew Zingg, Claudia Andujar, Luigi Mamprin, George Love e Walter Firmo fazem imagens informativas e de grande qualidade estética. Destaca-se ainda o trabalho de Luís Humberto, que consegue realizar fotos irônicas sobre a situação do Brasil sob regime militar apesar do controle da censura.

1965 – A Fundação Bienal de São Paulo introduz a fotografia em suas exposições oficiais.

Década de 70 – Surgem inúmeras oficinas e escolas de fotografia no país, como a Enfoco e a Imagem e Ação, em São Paulo, que impulsionam a fotografia de autor. A falta de lugares especializados para exposições leva à criação de diversas galerias (como a Fotóptica e a Álbum) e ao aparecimento de grupos como o Photogaleria, com atuação no Rio de Janeiro e em São Paulo, que busca inserir a fotografia no mercado de arte do país.

1970-1975 – Claudia Andujar e George Love desenvolvem o workshop de fotografia no Museu de Arte de São Paulo (Masp), que influencia a produção de dezenas de fotógrafos paulistas nas décadas seguintes.

1976 – O historiador brasileiro Boris Kossoy divulga publicamente as experiências de Hércules Florence no III Simpósio Internacional de Fotografia da Photographic Historical Society of Rochester (EUA), comprovando seu pioneirismo .

1979 – Criação do Instituto Nacional de Fotografia da Funarte (Fundação Nacional de Arte), órgão do Ministério da Cultura. A iniciativa marca o começo de uma política oficial para a área, o que possibilita o mapeamento da produção fotográfica da época.

Década de 80 – A imprensa intensifica o uso de fotos com a introdução do sistema digital de transmissão de imagens, que permite o envio através da linha telefônica. A fotografia brasileira torna-se conhecida no exterior por meio da participação em exposições internacionais e da publicação do trabalho de fotógrafos brasileiros em revistas estrangeiras. Entre os principais nomes do período estão Sebastião Salgado, Cristiano Mascaro, Miguel Rio Branco, Luiz Carlos Felizardo, Hugo Denizart, Cláudio Edinger, Mario Cravo Neto, Arnaldo Pappalardo, Kenji Ota e Marcos Santilli.

1981 – Sebastião Salgado é o único profissional a documentar a tentativa de assassinato do presidente norte-americano Ronald Reagan, o que lhe dá grande destaque internacional. Radicado na França, Salgado é reconhecido mundialmente como um dos mestres da fotografia documental contemporânea. Nos anos 80 e 90 publica grandes fotorreportagens de denúncia social, em livros como Sahel: l’Homme en Détresse (1986), Trabalhadores (1993) e Terra (1997).

Década de 90 – A fotografia deixa de ser utilizada apenas como imagem bidimensional e objetiva e passa a fazer parte de instalações, representando elementos abstratos, como sensações, sentimentos e emoções. São seguidores dessa linha Rosângela Rennó, Eustáquio Neves, Rubens Mano e Cássio Vasconcellos. Na fotografia documental, destacam-se os trabalhos de Luiz Braga, Elza Lima, Tiago Santana, Gal Oppido, Ed Viggiani e Eduardo Simões, entre outros.

1996 – O Centro de Comunicações e Artes do Senac de São Paulo inicia acordo de cooperação internacional com o Rochester Institute of Technology, nos Estados Unidos, o que permite um intercâmbio maior entre fotógrafos dos dois países.

1997 – O Instituto Cultural Itaú inaugura o setor Fotografia no Brasil no Banco de Dados Culturais/Informatizado. O banco fornece, além de nomes de profissionais brasileiros ou estrangeiros que trabalham no país, textos sobre técnicas fotográficas, críticas de exposições e fotografias digitalizadas dos mais diversos temas.

1999 – O Senac de São Paulo dá início ao primeiro curso superior de fotografia do Brasil.


Retalhado do blog: http://conservacaodefotografia.blogspot.com/

Restauro

    "A falta de uma política sólida de investimentos na preservação e o alto custo da mão-de-obra capacitada para a função são normalmente os maiores empecilhos para a consolidação do restauro como um setor promissor na construção civil, apesar do grande acervo de bens arquitetônicos em todo o país."

Frase de Régis E. Martins do texto "Breve Abordagem sobre a Preservação dos Bens Culturais Edificados"

Leia na íntegra no Blog Conservação e Restauro

Régis E. Martins é Tecnólogo em Conservação e Restauro, Mestrando em Educação Tecnológica pelo CEFET-MG e Pós-graduando em Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural/UFMG

08 fevereiro 2011

UFPEL - CRONOGRAMA DE SOLICITAÇÃO DE MATRÍCULAS ON-LINE 2011/1

CRONOGRAMA DE TODOS OS CURSOS!

http://www.ufpel.edu.br/alunos/informacao/cronograma_2011_1.pdf

Matérias do 2° semestre do curso de Conservação e Restauro de Bens Culturais Móveis da UFPel (Pelotas)

- Gestão do patrimônio e Política Pública preservação
- Materiais e técnicas dos bens culturais II
- Teorias da conservação e do restauro
- História da arte II
- Química aplicada a conservação e restauro


* O Curso de Conservação e Restauro de Bens Culturais Móveis da UFPel objetiva formar profissionais com capacidade para planejar e implementar processos de conservação e restauração de bens culturais móveis e integrados. Enfatiza uma prática não dissociada de uma sólida base cultural, além do uso de metodologias de intervenção adequadas à realidade brasileira, sem deixar de respeitar as políticas que regulam a área e os conceitos vigentes já consolidados.

Site e fonte: http://conservacaoerestauro.wordpress.com/

07 fevereiro 2011

Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires



   O Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (em espanhol: Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, MALBA) é um museu localizado no bairro de Palermo, em Buenos Aires. Abriga em seu interior a coleção de Eduardo F. Costantini, presidente da fundação que leva seu nome que fundou e mantêm o espaço dedicado as artes.
   O MALBA é um espaço destinado a coleção, conservação, estudo e difusão da arte latino-americano desde princípios do século XX até a atualidade.
   A coleção Costantini esteve aberta desde 1990 a especialistas do âmbito local e internacional, e muitas de suas obras foram emprestadas para exposições que ocorreram em diversos países da América e Europa. No ano 1996, o conjunto se apresentou pela primeira vez ao público em geral, no âmbito do Museu Nacional de Bellas Artes, apresentação que se repetiria mais tarde no Museu Nacional de Artes Visuais de Montevidéu.
   Os fins do ano 1998, com a aquisição de um terreno sobre na Avenida Figueroa Alcorta, se deu o primeiro passo para a construção de um espaço que puder abrigar a totalidade da coleção Costantini. Depois uma convocatória na que se receberam 450 propostas de 45 países, se selecionou a três arquitetos argentinos para encomendar-lhes a construção do edifício. Eles foram Gastón Atelman, Martín Fourcade e Alfredo Tapia, do estudo cordobés AFT Arquitectos.(Wikpédia)

Uma das esposições atuais são de Pablo Reinoso com "Enredamaderas" (foto abaixo).












http://www.malba.org.ar/web/home.php
  

Google lança Art Project, o Street View dos museus



O projeto propõe um percurso virtual de 360 graus pelas galerias dos museus graças ao street-view

Os amantes da arte terão uma ferramenta imprescindível chamada "Art Project", iniciativa do Google, que permite que qualquer utilizador descubra e visualize virtualmente mais de mil obras de 17 dos principais museus do mundo com boa qualidade de imagem e possibilidade de interação.

A página que os internautas poderão visitar é www.googleartproject.com. O Metropolitan Museum of Art, Hermitage, Palácio de Versalhes, Rijksmuseum, Tate, Museu Van Gogh, Reina Sofía e o Thyssen estão entre as instituições que colaboraram com este projeto, que propõe também um percurso virtual de 360 graus pelas galerias dos museus graças ao street-view.

Obras como Noite estrelada de Van Gogh, do Moma de Nova York, A aparição de Cristo ao povo de Alexander Ivanov da Galeria Tretyakov de Moscou, ou O nascimento de Vênus de Sandro Botticelli da Galleria degli Uffizi poderão ser vistas em detalhes.

O Google conseguiu as obras com uma resolução de 7 bilhões de pixels (uma qualidade de imagem mil vezes superior à das câmaras digitais convencionais), o que permite ver com visão microscópica os detalhes do traço das obras. As imagens são acompanhadas de explicações em vídeos do YouTube, de uns três minutos de duração, com especialistas da arte.

O projeto foi apresentado na galeria Tate Britain, cujo diretor Nicholas Serota destacou que o "Art Project" "dá uma oportunidade sem igual de aproximação às grandes obras de arte". O vice-presidente tecnológico do Google para a Europa, África e o Oriente Médio, o brasileiro Nelson Mattos, considerou que se trata "de um grande passo adiante na maneira pela qual as pessoas interagem com estas maravilhosas peças de arte" e ressaltou que facilitará o acesso à arte para milhões de pessoas que não podem visitar um museu.

Mattos afirmou ainda que o "Art Project" nasce com a vocação de chegar a outros museus importantes que não estão na lista, como os renomados Louvre e Prado. Amit Sood, diretor do projeto, não quis entrar em detalhes sobre as razões que impediram que estes museus estivessem na lista, mas afirmou que "a porta segue aberta".

O Google, que financia integralmente este programa, conseguiu colocá-lo em andamento em um ano e meio, graças à participação de um grupo de trabalhadores da própria empresa que embarcou no que a companhia chama de "projetos 20%". Tratam-se de programas de incentivos aos empregados da companhia, que passam a dedicar um quinto de sua jornada de trabalho para pensar em iniciativas que potencialmente poderão se transformar em um produto, como ocorreu com o "Art Project".

Miguel Ángel Recio, diretor-gerente do Thyssen, se mostrou muito satisfeito com o produto e convencido de que, longe de afastar os visitantes dos museus, este projeto servirá para estimular novas visitas e atrair "outro tipo de usuário". "Para nós é muito positivo, porque servirá para atrair pessoas que até agora não conhecem nada", disse Recio.

Site: http://www.googleartproject.com/
Rethalhado do site: EFE - Agência EFE

15 janeiro 2011

Contato

Contato com o blog para o envio de sugestões e dicas de postagem no E-MAIL fabiozundler@hotmail.com

Aos cuidados de Fábio.
Pelotas/RS- Brasil

04 janeiro 2011

Onda de vandalismo toma conta de pontos da cidade de Pelotas/RS




O que deveria ser um belo cartão de boas-vindas para quem chega ao Laranjal pela avenida Rio Grande do Sul tornou-se um retrato do desrespeito com o patrimônio público em Pelotas. Logo na entrada do balneário, o outdoor com a mensagem “Bem-vindo ao Laranjal”, concebido através de um concurso fotográfico realizado pela Secretaria de Esportes, Turismo e Lazer (STE), aparece rasgado e com marcas de pichações por toda parte inferior.
A situação, embora lamentável, tornou-se comum nos últimos meses em Pelotas. Basta um curto trajeto pela orla da lagoa para perceber os estragos causados pelo vandalismo: lixeiras amassadas, placas de trânsito depredadas, informações turísticas prejudicadas por pixações, bancos de alvenaria quebrados.
Na região do Centro Histórico de Pelotas, o cenário não é diferente. O último caso, na semana passada, foi o incêndio proposital de uma caixa de luz localizada no cruzamento das ruas Lobo da Costa e Andrade Neves, no entorno do Mercado Central. Como resultado, diversas atividades artístico-culturais, que seriam realizadas no largo Edmar Fetter, tiveram que ser canceladas. Segundo o secretário, a presença da Guarda Municipal não é suficiente para barrar a ação dos vândalos. Enquanto isso, pontos turísticos, como o Chafariz das Nereidas, a praça Coronel Pedro Osório e a quadra histórica do Theatro Guarany continuam sendo alvos constantes de depredações.
Rethalhado do Dia´rio Popular
Por: Ricardo Rojas
ricardo@diariopopular.com.br

03 janeiro 2011

Biblioteca do estado renovada - Porto Alegre/RS



Fechada para visitação desde fevereiro de 2007, quando começaram as obras de restauração, a Biblioteca Pública do Estado completará 140 anos, em 2011, com a volta do público. A previsão é que, ainda no primeiro semestre, o prédio histórico seja parcialmente reaberto, para atividades culturais, como recitais.

Ontem, foi apresentada a segunda etapa do restauro, que custou R$ 2,5 milhões, financiados pelo BNDES por meio da Lei Rouanet. A conclusão das obras está prevista para 2012, totalizando um investimento de R$ 7 milhões. Com a presença do secretário de Estado da Cultura, Cézar Prestes, a diretora da Biblioteca Pública e coordenadora do Sistema Estadual de Bibliotecas, Morgana Marcon, mostrou a recuperação dos pisos de parquê originais, das aberturas (portas e janelas) e da fachada do prédio – que recebeu proteção contra pombos, como telas à frente dos bustos de mármore. Também foram renovadas a rede de comunicação e elétrica e instalados dutos para climatização. Os entrepisos (que ficam entre o parquê e o cimento), antes comprometidos por cupins, agora reforçam a estrutura. Entre os espaços renovados estão o Salão Mourisco, o Salão Egípcio e o salão que abriga o acervo, no segundo andar. A próxima parte da obra, que custará R$ 4,5 milhões, ainda em fase de captação, vai recuperar lustres, mobiliário, murais, escadarias, entre outros.

A primeira etapa da restauração do prédio da Avenida Riachuelo, que começou a ser construído em 1912, fez parte do programa Monumenta, do Ministério da Cultura, com verba de R$ 465 mil. Desde o início das obras, parte do acervo está disponível para consulta do público na Casa de Cultura Mario Quintana.

A modernização da Biblioteca estará completa com um novo prédio, na esquina das ruas General Câmara e Andrade Neves, que funcionará como um anexo. O local também passará por uma reforma, que deve começar em 2011. Segundo Morgana, serão investidos R$ 2 milhões, por meio do Ministério da Cultura, além de uma contrapartida de R$ 600 mil do governo estadual.

Rethalhado do site: http://www.defender.org.br

Legislativo autoriza traslado do Sentinela Farroupilha



Depois de muita polêmica em torno da remoção e baseado em laudo técnico positivo, emitido pela Secretaria de Cultura local (Secult), o Poder Legislativo publicou nesta quarta-feira (29), a Lei 5.758, que autoriza o Executivo a realizar a remoção do monumento denominado “Sentinela Farroupilha”.

Legislativo autoriza traslado do Sentinela Farroupilha. O monumento, também conhecido como “O Bombeador”, de autoria do reconhecido artista Antônio Caringi, está situado na Praça Vinte de Setembro e será deslocado para as proximidades do Terminal Rodoviário de Pelotas.
Segundo o titular da Secult, Mogar Pagana Xavier, o referido monumento já esteve exposto na Zona do Porto, tendo sido trasladado para seu atual local. Para que seja retirado da Praça Vinte de Setembro e ocupe seu espaço definitivo nas imediações do Terminal Rodoviário, Mogar explica que será necessário que sua Secretaria desenvolva os projetos paisagístico (paisagismo propriamente dito e iluminação cênica) e arquitetônico, além de orçar e aprovar estes projetos. Tão logo esta etapa seja vencida se faz necessário o processo licitatório para buscar uma empresa especializada na remoção e nas ações de desmontagem do monumento em seu atual local e montagem no novo.

Rethalhado do site: pelotas.com.br
Fotógrafo: Divulgação

24 dezembro 2010

Dica de site/blog

A dica de leitura é para quem gosta de poesias em versos livres!

Leia o livro Insanos caminhos do pensamento on-line.

http://insanoscaminhos.blogspot.com/

Referencia do autor:
Fábio Gonçalves Zündler, 30 anos, natural de Pelotas, trabalha na área de Mecânica Industrial, mas nem por isso funciona por engrenagens. Aluno do curso Conservação e restauro da UFPel, escreve textos e poesias nas horas vagas e os posta em seu blog.

22 dezembro 2010

Beatles | Faixa de pedestres de Abbey Road vira patrimônio inglês




Local só poderá ser mudado com autorização do governo

A faixa de pedestres de Abbey Road ganhou status de patrimônio inglês. As listras brancas pintadas na frente do estúdio de mesmo nome e que serviram de cenário para a foto que estampou a capa do álbum Abbey Road, dos Beatles, foi declarada um lugar de importância nacional pelo governo britânico nesta quarta. "Essa faixa de pedestres em Londres não é um castelo ou catedral, mas graças aos Beatles e uma sessão de fotos de 10 minutos feita em uma manhã de agosto de 1969, ganhou força suficiente para ser vista como parte da nosso patrimônio", disse John Penrose, ministro do turismo e patrimônio em comunicado oficial. Com o grau 2 de proteção, o local só pode ser alterado com a aprovação do conselho de preservação nacional inglês. Os próprios estúdios de Abbey Road, situados no norte de Londres, haviam ganhado o mesmo status em fevereiro deste ano, tornando-se ainda mais obrigatórios para os fãs do quarteto de Liverpool visitando a capital inglesa.

Rethalhado do site http://www.omelete.com.br
Por:
Marcelo Forlani
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